Sua Produção

Paraty/SP

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A cidade foi fundada em 1667 em torno à Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, sua padroeira. Teve grande importância econômica devido aos engenhos de cana-de-açúcar (chegou a ter mais de 250), sendo considerada sinônimo de boa aguardente.

No século XVIII, destacou-se como importante porto por onde se escoava das Minas Gerais, o ouro e as pedras preciosas que embarcavam para Portugal. Porém, com a construção de um novo caminho da Estrada Real, desembocando diretamente no Rio de Janeiro, levou a cidade a um grande isolamento econômico.

Após a abertura da Estrada Paraty-Cunha,e principalmente, após a construção da Rodovia Rio-Santos na década de '70, Paraty torna-se pólo de turismo nacional e internacional, devido ao seu bom estado de conservação e graças às suas belezas naturais.

Em sua área encontram-se o Parque Nacional da Serra da Bocaina, a Área de Proteção Ambiental do Cairuçú, onde está a Vila da Trindade, a Reserva da Joatinga, e ainda, faz limite com o Parque Estadual da Serra do Mar. Ou seja, é Mata Atlântica por todo lado.

📷 Natállia  Guerra

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Sua Produção

Ponte Pencil- Entre São Vicente e Praia Grande/SP

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Em 1910, a Comissão de Saneamento de Santos, liderada pelo engenheiro sanitarista Saturnino de Brito, sugeriu a construção da ponte para suportar um duto que escoaria o esgoto de Santos e São Vicente para o mar na ponta de Itaipu, na Praia Grande. Os conhecidos canais de Santos também fizeram parte deste plano de saneamento da ilha.
A concepção do projeto inicial ficou a cargo de August Kloenne e seus pontões (cabos, escoras), provenientes da Alemanha, foram instalados em 1911. Sua inauguração só aconteceu três anos depois em 1914, pelo então prefeito de São Paulo, Washington Luís.

Até a data de sua inauguração as opções de travessia entre São Vicente, Praia Grande e litoral sul era por barcos, canoas ou lanchas.

Foi tombada em 1982 e faz parte do patrimônio histórico do Estado de São Paulo.

📷 Antônio Marcos Guerra

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- Erosão Costeira 

Você sabe o que é erosão costeira?  É importante esclarecer que o fenômeno da erosão não implica em destruição da praia arenosa, como o termo à primeira vista parece sugerir. A posição da praia simplesmente recua continente adentro durante este processo. Deste modo alguns autores sugerem que em vez de erosão, seja utilizado o termo "recuo da linha de costa", visto que este último traduz de maneira mais fiel o que realmente acontece. O desaparecimento da praia arenosa, usada para fins recreativos, ocorre quando o homem interfere no processo de recuo da linha de costa, tentando estabilizar a posição da linha de costa através de obras de engenharia.

Como o problema da erosão resulta essencialmente de um conflito entre um processo natural, o recuo da linha de costa, e a atividade humana, a solução do problema passa necessariamente pela questão do uso do solo na zona costeira. Tentativas de se estabilizar a posição da linha de costa através de obras de engenharia (molhes, sea walls etc.) tem se mostrado ineficientes em controlar o fenômeno, e via de regra implicam na destruição da praia recreativa. Entretanto em alguns casos extremos esta é a mais efetiva e rápida maneira de defesa do patrimônio público ou privado.

Em escala mundial, alguns autores estimam que cerca de 70% das linhas de costa do mundo estejam experimentando erosão. Isto tem despertado a atenção de cientistas e planejadores em todo o mundo para este fenômeno, a compreensão de suas causas e o que fazer para minimizar os prejuízos materiais decorrentes do mesmo.

Erosao costeira na Praia da Macumba Rio de Janeiro RJ em outubro de 2017 Foto Antonio

Erosão costeira na Praia da Macumba, Rio de Janeiro, RJ, em outubro de 2017. Foto Antonio José Teixeira Guerra

- Vídeos:

Vídeo 1: https://youtu.be/u4LDYoDTWl0
PROCESSOS EROSIVOS NA ILHA COMPRIDA/SP - (1’49”)

Material editado pelo projeto de extensão Produção midiática com ênfase em Ciências do Mar (UNIFESP Baixada Santista). Pertencente ao Núcleo de Mapeamento Digital e Formas de Uso do Território Costeiro, coordenado pelo Prof Dr Gilberto Pessanha Ribeiro, Engenheiro Cartógrafo.

Vídeo 2:  https://youtu.be/4Z9fgTE--6w
ILHA COMPRIDA/SP - (1’42”)

Material editado pelo projeto de extensão Produção midiática com ênfase em Ciências do Mar (UNIFESP Baixada Santista). Pertencente ao Núcleo de Mapeamento Digital e Formas de Uso do Território Costeiro, coordenado pelo Prof Dr Gilberto Pessanha Ribeiro, Engenheiro Cartógrafo.

- Outros vídeos:

“O Mar de Atafona”:

.https://www.youtube.com/watch?v=cfLOJ-OtMMM&feature=youtu.be

A Erosão em Atafona.

“Atafona por quê?”:

https://www.youtube.com/watch?v=EYSzS__Drsk

"Antiestético? O avesso do cartão postal -- paisagens de ruínas de casas e prédios, destroços e dunas trazem inquietações que procuram porquês. Cenários insólitos que revelam o avanço do mar sobre a cidade. Trata-se da erosão costeira na praia de Atafona, litoral norte fluminense, um fenômeno que ganha diferentes explicações e sentidos no discurso cientifico de Atenah, na sabedoria popular de Métis e nas indagações da pequena Atafona. Nada tão simples e natural que não possa ser visto como um grande mistério...."

Realização:

-- Projeto Imagens Naturais (PIN) Projeto Atafona

-- Avaliação do Processo de Erosão Costeira (WWW.uff.br/atafona) NAMIDIA

-- Núcleo de Audiovisual do curso de Estudos de Mídia

Teaser documentário sobre Ilha Comprida/SP:

https://www.youtube.com/watch?v=4Z9fgTE--6w&feature=youtu.be

Arqueologia em Ação:

https://youtu.be/hp_1vQsikWM

"Neste episódio conversamos com Dr. Gilberto Pessanha Ribeiro.

Gilberto tem formação em engenharia cartográfica, ciências geodésicas e geografia, sendo atualmente professor da UNIFESP na Baixada Santista, onde ele também coordena projetos de extensão: https://www.gilbertoarqueologia.com/

Nesta entrevista Gilberto nos fala um pouco sobre o Sistema de Informações Geográficas (SIG) e como ele auxilia na pesquisa arqueológica.

A entrevista foi realizada pela Cris Amarante  no dia 11 de maio de 2019, em local cedido pelo professor Gilberto.

Produção: João Carlos Moreno de Sousa, Gabriela Mingatos, Cristiane Amarante."